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5 Problemas Comuns na Fabricação de Moldes de Silicone Líquido e Como Resolvê-los

Nov 22, 2025

Introdução

Silicone líquido (LSR) revolucionou a fabricação de moldes, oferecendo fidelidade sem igual na reprodução de detalhes, estabilidade térmica excepcional (até 250°C) e durabilidade para centenas de ciclos de moldagem. É o material essencial para aplicações que vão desde a replicação de joias e esculturas intricadas até moldes de chocolate em grau alimentício e moldagem de resinas em alta temperatura.

No entanto, a jornada do silicone líquido até um molde perfeito está repleta de armadilhas potenciais. Problemas como microbolhas que obscurecem detalhes finos, cura incompleta levando a superfícies pegajosas ou rasgamento prematuro do molde podem interromper a produção, desperdiçar materiais valiosos e comprometer os prazos do projeto. Esses problemas geralmente não decorrem do próprio material, mas de lacunas no entendimento do processo.

Este guia vai além de dicas superficiais, oferecendo uma análise aprofundada das causas raiz e soluções profissionais para os cinco desafios mais persistentes na fabricação de moldes de LSR. Ao dominar esses princípios, você poderá produzir moldes de qualidade profissional que aumentem a eficiência da sua produção e a qualidade do produto final.

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1. Bolhas de ar excessivas no molde

O ar aprisionado é o inimigo mais comum da transparência óptica e da perfeição superficial, aparecendo como vazios indesejáveis que podem obscurecer texturas finas e criar pontos fracos na estrutura do molde.

Análise da causa raiz:

  • Aprisionamento Mecânico: Mistura vigorosa ou inadequada (batendo em vez de envolver) introduz milhões de microbolhas.
  • Emissão de Gases pelo Substrato: Modelos mestres porosos (por exemplo, impressões 3D, madeira, gesso) contêm ar que é deslocado pela silicone, subindo para dentro da mistura.
  • Desalinhamento de Viscosidade: Usar uma silicone com viscosidade excessiva para a geometria impede que o ar suba até a superfície antes da gelificação.

Soluções e Técnicas Profissionais:

  1. Despejo em Duas Etapas e Revestimento por Pincelamento: Para modelos mestres altamente detalhados, primeiro prepare uma pequena quantidade de silicone com viscosidade muito baixa (por exemplo, 3.000 mPa·s). Aplique uma camada fina sobre o modelo com pincel ou pulverização, garantindo que penetre em cada recanto e expulse o ar. Essa "camada de detalhe" pode ser parcialmente gelificada antes de despejar a silicone mais espessa, usada para preenchimento volumétrico.
  2. Desgaseificação a Vácuo Controlada: Simplesmente colocar silicone misturado em uma câmara de vácuo não é suficiente. O segredo está em reduzir gradualmente a pressão para permitir que as bolhas se expandam e subam sem causar fervura violenta da mistura. Mantenha em vácuo total (normalmente -29 inHg) até que o fluxo de bolhas cesse, o que pode levar de 2 a 5 minutos, dependendo do volume.
  3. Despejo Estratégico: Despeje de uma altura considerável em um único ponto baixo da caixa de contenção. Isso cria um filete fino e contínuo que se estica e estoura as bolhas ao cair. Deixe o silicone fluir naturalmente sobre o molde; não despeje diretamente sobre áreas intricadas.

5 Common Issues in Liquid Silicone Mold Making and How to Solve Them2

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2. Cura Incompleta ou Tempo de Cura Significativamente Prolongado

Quando a silicone permanece pegajosa ou deixa de curar em determinados pontos, geralmente se trata de um problema químico, e não de mistura. Isso é especialmente crítico com silicones de cura platina, valorizados por sua ausência de retração e segurança para uso alimentício.

Análise das causas raiz:

  • Inibidores Químicos: Enxofre (em algumas argilas e borrachas), estanho (de outros produtos RTV), aminas (em endurecedores de epóxi, algumas tintas) e certos plásticos (PVC, PET) podem envenenar o catalisador de platina, interrompendo a reação na superfície de contato.
  • Fatores ambientais: Temperaturas abaixo de 20°C reduzem drasticamente a cinética da reação, enquanto umidade excessiva pode interferir em sistemas de cura por condensação (baseados em estanho).

Soluções e Técnicas Profissionais:

1. O Teste da Barreira de Isolamento: Se você suspeitar que seu modelo-mestre contém inibidores, aplique uma camada universal de barreira. Opções incluem:

  • Selantes em Aerossol Acrílico (várias camadas leves)
  • Laca (para materiais orgânicos)
  • Primer Especializado Resistente a Inibidores
  • Permita que a barreira cure completamente (24 horas ou mais) antes da fabricação do molde.

2. Seleção de Material como Solução: Para modelos-mestres constantemente problemáticos (por exemplo, certas resinas 3D), mude para uma silicone de cura por estanho (cura por condensação). Embora tenha maior retração, é muito mais resistente à inibição química.

3. Controle do Processo: Mantenha um ambiente de cura quente e estável (25-30°C) utilizando um gabinete com controle de temperatura ou aquecedor ambiente. Nunca acelere a cura com calor excessivo, pois isso pode causar rachaduras. Garantir a proporção correta e uma mistura adequada é essencial para obter um molde completamente curado e durável.

5 Common Issues in Liquid Silicone Mold Making and How to Solve Them3

3. Ruptura do Molde ou Vida Útil Curta do Molde

Um molde que se rompe após poucos usos compromete a eficiência da produção e aumenta o custo por unidade.

Análise das causas raiz:

  • Dureza (Shore A) incorreta escolhida para o projeto;
  • As paredes do molde são muito finas;
  • Força excessiva durante a desmoldagem;
  • Uso frequente sem limpeza ou manutenção adequadas;

Soluções e Técnicas Profissionais:

Selecione a dureza correta:

  • Shore A 20–30 para moldes complexos ou com alto nível de detalhe.
  • Shore A 30–40 para moldes grandes e simples.
  • Garanta que a espessura da parede do molde esteja entre 5–15 mm;
  • Use agentes desmoldantes para reduzir o atrito e a tensão;
  • Limpe, seque e apoie adequadamente os moldes após cada uso;

Escolher a dureza correta e garantir um suporte adequado pode prolongar significativamente a vida útil do molde.

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4. Deformação do Molde ou Indentações na Superfície

Uma moldagem que produz peças ligeiramente menores ou empenadas é frequentemente inútil para montagens funcionais.

Análise das causas raiz:

  • Movimento ou vibração durante a cura;
  • Remover o molde antes de estar completamente curado;
  • Modelos mestre macios ou flexíveis que se deformam com o peso da silicone;
  • Temperaturas de cura não uniformes;

Soluções e Técnicas Profissionais:

  1. Gestão Térmica para Moldes Espessos: Para blocos com mais de 4 cm de espessura, utilize uma silicone formulada para seções profundas (cura mais lenta, exotermia reduzida). Despeje em camadas (2-3 cm de espessura), permitindo que cada camada geleie antes de adicionar a seguinte, para dissipar o calor.
  2. Pós-Cura Obrigatória: Após a desmoldagem no tempo recomendado, realize uma pós-cura controlada. Coloque o molde em um forno a 60-80°C por 1-2 horas. Isso garante a conclusão da reação, estabiliza as dimensões e melhora a resistência ao rasgo.
  3. A Escolha do Material é Fundamental: Para fidelidade dimensional absoluta (por exemplo, protótipos de engenharia), silicones de cura platina por adição são indispensáveis, oferecendo retração inferior a 0,1%.

A estabilidade durante a cura é essencial para obter dimensões precisas do molde.

5 Common Issues in Liquid Silicone Mold Making and How to Solve Them5

5. Aderência do molde ou desmoldagem difícil

Um processo difícil de desmoldagem arrisca danificar tanto o modelo original caro quanto o molde recém-fabricado.

Análise das causas raiz:

  • Nenhum agente desmoldante aplicado;
  • Materiais incompatíveis (resina, metal ou certos plásticos);
  • Contaminantes como óleos, poeira ou revestimentos não curados;
  • Rebaixos profundos ou geometria complexa;

Soluções e Técnicas Profissionais:

  • Aplique sempre uma camada fina e uniforme de agente desmoldante antes de verter o silicone;
  • Use cera selante ou um tratamento superficial para melhorar a liberação;
  • Limpe e seque completamente o modelo-mestre;
  • Para reentrâncias profundas, projete o molde com múltiplas partes ou zonas flexíveis;
  • Considere usar silicone de maior flexibilidade (menor dureza Shore);

A preparação adequada do modelo-mestre garante uma desmoldagem suave e repetível.

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Conclusão: Melhor Material + Melhor Técnica = Melhores Moldes

O silicone líquido é altamente versátil e uma excelente escolha para a fabricação de moldes, mas os resultados finais dependem fortemente da mistura, desgaseificação, cura e métodos de desmoldagem corretos. Ao compreender e prevenir os problemas comuns mencionados acima, você pode melhorar significativamente a consistência do molde, a reprodução de detalhes e sua durabilidade.

Se precisar de ajuda para selecionar a dureza adequada de silicone, ajustar as características de cura ou otimizar seu processo de produção, nossa equipe técnica está pronta para ajudar com:

  • Orientação na seleção de materiais;
  • Opções personalizadas de dureza e viscosidade;
  • Otimização de processos;
  • Teste gratuito de amostra;

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